Todos querem o Planalto

 Quem são e qual é a situação dos pré-candidatos já anunciados para a eleição presidencial de outubro.

A eleição presidencial está marcada para o dia 7 de outubro, e a sete meses do pleito, ao menos 11 nomes já foram anunciados por seus partidos para concorrerem. Apesar de parecer um período vasto, as legendas correm contra o tempo para oficializarem suas chapas. O registro para filiação partidária termina daqui a menos de um mês, em 7 de abril, e disso depende a inscrição eleitoral de nomes ainda cogitados, como o ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa, cortejado pelo PSB. Entre 20 de julho e 5 de agosto, as siglas terão obrigatoriamente que realizar convenções para oficializar seus candidatos, cujos registros no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) podem ser feitos até o dia 15 de agosto, véspera do início da propaganda eleitoral. Nada garante que os nomes já anunciados sejam os mesmos registrados daqui a cinco meses. O PT, por exemplo, ainda depende de decisões judiciais (no STF e TSE) para confirmar a candidatura de Lula. Já Rodrigo Maia, do DEM, pode ver sua chapa ruir caso o presidente Michel Temer (MDB) ou o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), se lancem na corrida eleitoral. Enquanto isso, a esquerda ainda espera as definições sobre o futuro de Lula para saber se candidaturas como a de Manuela D’Ávila (PCdoB) e de Guilherme Boulos (PSOL) se unirão em torno de um único nome. O PDT tenta atrair partidos ideologicamente parceiros para fortalecer a chapa de Ciro Gomes. Já para Marina Silva (Rede) e Jair Bolsonaro (PSL), resta correr atrás de coligações para tentarem ampliar seus tempos reduzidos de TV no horário eleitoral.     Quem vai assumir este espaço a partir de 1º de janeiro de 2019. (Foto Produção)

Deixe uma resposta