PF conclui inquérito sobre queda de avião de Eduardo Campos.

O acidente que matou Eduardo Campos candidato a presidente da republica, aconteceu em Santos (SP) na manhã do dia 13 de agosto de 2014. O jato particular caiu sobre um bairro residencial e chovia no momento da queda. No programa ARI MOURA COMUNICANDO, 89,7 na Jequié FM o ouvinte Joel Nunes que se encontrava em Guarujá a menos de 2 Km do local do acidente registrou o fato dentro do programa. A Polícia Federal (PF) apresentou, na segunda-feira (06.08.), a conclusão do inquérito do acidente aéreo que matou o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, em agosto de 2014, para as famílias de cinco das sete vítimas da queda do jato. O encontro realizado no Aeroporto Internacional do Recife-Guararapes/Gilberto Freyre, na Zona Sul da cidade, foi fechado à imprensa. Procurada pelo G1, a corporação afirmou que não vai se pronunciar até que todas as famílias das vítimas tenham acesso ao resultado da investigação. O delegado Rubens Maleiner — responsável pela investigação de acidentes aéreos como o que ocorreu com o ministro Teori Zavascki— esteve à frente das investigações. Em nome das famílias de Eduardo Campos, dos assessores Carlos Augusto Leal Filho e Pedro Valadares, do fotógrafo Alexandre Severo e do cinegrafista Marcelo Lyra, o engenheiro João Campos, filho do ex-governador de Pernambuco, mencionou algumas das informações passadas pelo delegado na apresentação do inquérito. Segundo João, foram apresentadas quatro hipóteses para explicar o que pode ter ocorrido no momento do acidente. “O delegado fala em possível colisão ou desvio de um objeto, desorientação espacial dos pilotos e de falha mecânica no compensador ou no profundor, peças que ficam na cauda do avião. Dessas hipóteses, não há nenhuma prevalecente, ou seja, pode ter sido somente uma ou uma combinação de várias”, afirma.Aeronave caiu em uma área residencial em Santos (SP) em agosto de 2014 (Foto: Motta Jr./Futura Press/ Estadão Conteúdo).

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