Professores da rede pública municipal fazem manifestação em Jequié.

APLB/Sindicato em Jequié promoveu uma paralisação (2ª) neste ano de 2019 na segunda-feira (21.10.). Com a finalidade de protestar contra o prefeito de Jequié Sergio da Gameleira para os problemas que os professores enfrentam, especialmente depois do corte da gratificação/regência. “Eu perdi quase R$ 3 mil reis do meu salário, o que já está me prejudicando com os compromissos”-disse uma professora que estava no movimento. Das mais de 500 professoras lotadas na Secretaria Municipal de Educação, aproximadamente 60 (foto) participaram da caminhada que aconteceu na manhã de segunda-feira saindo da frente da Catedral de Santo Antonio próximo da sede da APLB até o prédio da Prefeitura de Jequié que fica no bairro do Jequié (3 Km). Na caminhada a presidente da entidade professora Caroline Moraes, usando um microfone explicava para os presentes e a comunidade que assistiu a passagem delas o descaso do prefeito Sergio da Gameleira com a categoria. Foram palavras de ordem, discursos contundentes cobrando respeito aos direitos dos professores municipais . A paralisação das atividades da categoria, por 24 horas, como forma de chamar atenção da gestão do prefeito Sérgio da Gameleira e da sociedade em geral para os problemas que os professores enfrentam, especialmente depois do corte da gratificação/regência. com concentração final na porta da Prefeitura, onde foram realizadas várias atividades de protesto. A informação é de que o prefeito Sergio da Gameleira estipulou um percentual de 30% para ser incorporado aos salários, o que APLB/Sindicato não quer aceitar.Presidente da APLB/Sindicato Caroline Moraes usou o microfone para explicar o motivo da mobilização dos professores. (Foto Agência AM).Com os professores nas ruas formou-se um grande congestionamento até a chegada a Prefeitura. (Foto Agência AM).

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