Aterro sanitário ou “lixão” o que existe em Jequié.

O município de Jequié conviveu por muitos anos com o chamado “lixão” onde eram depositados todo o lixo que era recolhido pelas caçambas  pelas ruas da cidade. O local escolhido para depositar o lixo da cidade foi a entrada  onde é hoje o poliduto, exemplo seguido de outras grandes cidades, quem passava pelo local além de um péssimo visual o mau cheiro. Veio então a neceesidade da instalação do aterro sanitário o que foi possível no inicio dos anos 2000 quando governador da Bahia Cesar Borges. O aterro sanitário é uma obra de engenharia projetada sob critérios técnicos, cuja finalidade é garantir a disposição correta dos resíduos sólidos urbanos que não puderam ser reciclados, de modo que os descartes não causem danos à saúde pública ou ao meio ambiente. Teoricamente, o aterro sanitário é considerado uma das técnicas mais eficientes e seguras de destinação de rejeitos. Rejeito é um tipo específico de resíduo sólido – quando todas as possibilidades de reaproveitamento ou reciclagem já tiverem sido esgotadas e não houver solução final para o item ou parte dele, trata-se de um rejeito. As únicas destinações plausíveis são encaminhá-lo para um aterro sanitário licenciado ambientalmente ou incineração.

No Brasil, uma das funções dos municípios é coletar e dispor o resíduo gerado adequadamente. Por várias razões, como escassez de recursos, deficiências administrativas e falta de visão ambiental, é comum que os resíduos sejam descartados em locais inapropriados, provocando degradação do solo, contaminação dos rios e lençóis freáticos e emissões de biogás. Resultante da decomposição da matéria orgânica dos resíduos sólidos urbanos, o biogás é rico em metano (CH4), substância que, além de possuir grande potencial combustível, contribui significativamente para o aquecimento global. Resultado é que no município de Jequié nada disso é aproveitado e o aterro sanitário por algumas vezes tem se tornado um “grande lixão”. Esse vai ser outro problema que administração do prefeito Zé Cocá vai ter que enfrentar nestes próximos 4 anos.

São 111 toneladas de lixo por dia chegando a 120 nos finais de semana em Jequié no aterro sanitário. (Foto Reprodução).

Redação

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