Atlantic Nickel ultrapassa marca de 29 mil toneladas exportadas para produção de veículos elétricos 

 Níquel sulfetado é componente fundamental utilizado em baterias, o que permite adoção de fontes de energia limpa e impactos positivos no meio ambiente. 

Salvador, 15 de abril de 2021 – A Atlantic Nickel, empresa produtora de níquel sulfetado, componente fundamental na fabricação de baterias de carros elétricos, já ultrapassou a marca de 29 mil toneladas de concentrado de níquel exportadas até aqui, neste ano de 2021. Toda a carga foi escoada através do Porto de Ilhéus, região sul da Bahia, em direção a países da Ásia e Europa – com destaque para a China.  Com o terceiro embarque do ano realizado no início deste mês de abril, a empresa segue cumprindo o cronograma de produção e escoamento previsto para 2021, e se orgulha de contribuir progressivamente para uma tendência global de transição energética, que gera impactos positivos no meio ambiente. A produção de veículos que dispensam o motor a combustão resulta na redução de poluentes emitidos na atmosfera. Por ser uma das maiores minas de níquel sulfetado a céu aberto do mundo e a única em operação no Brasil, a Atlantic Nickel está preparada e bem posicionada para atender à demanda internacional da eletrificação. Em 2020, foram 67,7 mil toneladas de concentrado de níquel produzidas na planta localizada no município baiano de Itagibá, onde o propósito do negócio está alinhado com a adoção de padrões e práticas internacionais de sustentabilidade. 

 
Sobre a Atlantic Nickel   

Controlada pelo grupo Appian Capital Brazil e única empresa produtora de níquel sulfetado no país, a Atlantic Nickel completou, no dia 15 de outubro de 2020, um ano de operação?em Itagibá, interior da Bahia, onde vem atuando na extração do minério fundamental para a fabricação de baterias de veículos elétricos. São mais de 1.700 empregos diretos gerados pelo negócio e R$ 151 milhões injetados em compras e contratos com fornecedores da Bahia de 2018 a 2020.  A projeção da companhia é dobrar a capacidade produtiva, com o início da operação subterrânea na Mina Santa Rita, prevista para 2028, o que vai elevar o tempo de vida útil da mina de oito para 34 anos (8 anos de mina a céu aberto + 26 anos de mina subterrânea). De acordo com a Avaliação Econômica Preliminar, cerca de US$ 355 milhões devem ser investidos nos primeiros cinco anos desta nova fase.    Para além disso, a Atlantic Nickel já comemora a recente descoberta de um novo depósito com potencial significativo de recursos de níquel a apenas 26km de distância, e no mesmo cinturão geológico, de onde já funciona a Mina Santa Rita. A proximidade desta nova área com a infraestrutura em operação, somada à viabilidade de integração logística, apontam para o sucesso dos estudos de expansão. (Matéria Assessoria de Imprensa).

Minerio sai de Itagibá na Bahia para paises  da Europa e Asia como China. (Foto Divulgação).

Redação

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